Serviços de Planeamento, Desenvolvimento Regional e Turismo (SPDRT)

Saúde, Apoio Social, Segurança e Proteção Civil

O segundo debate da Plataforma Alto Alentejo XXI tratou os temas da Saúde, Apoio Social, Segurança e Proteção Civil, no dia 23 de fevereiro, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Portalegre.

O Presidente do Instituto Politécnico de Portalegre, Joaquim Mourato, e o Presidente da CIMAA, Armando Varela, abriram o debate que contou com a presença de diversos especialistas nas áreas em discussão.

 O primeiro tema a ser tratado foi a Saúde com o enfermeiro Supervisor da ULSNA/EPE, Sérgio Carvalho, a considerar que o número de enfermeiros destacados para os cuidados de saúde primários é insuficiente perante as reais necessidades dos utentes.

O Presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo, José Robalo, declarou que os cuidados hospitalares são muito dispendiosos, pelo que se deve reforçar os cuidados primários. No entanto, no distrito de Portalegre existem 2500 pessoas sem médico de família, o que é agravado pela dificuldade do distrito em captar médicos. O Presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo defendeu que recorrer a médicos estrangeiros é apenas uma solução temporária, devendo os esforços ser concentrados em "aliciar médicos em formação para vir para Portalegre".

A mesma opinião foi manifestada pelo Presidente do Conselho Distrital da Ordem dos Médicos, Jaime Azedo, acrescentando que a desatualização das listas de utentes faz com que cada médico tenha um grande número de doentes fictícios: inscritos em mais do que um centro de saúde, falecidos ou que já não habitam a região.

O transporte de doentes foi um tema bastante discutido, uma vez que as federações de bombeiros deparam-se com grandes dificuldades desde que o governo alterou as regras para esse mesmo transporte, como explicou Francisco Louro, Presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Portalegre. O Presidente garantiu que a Federação está empenhada em encontrar soluções para a falta de verbas, reduzindo nas despesas, cobrando por serviços extra e poupando na aquisição de bens e serviços através de concursos a nível distrital. O Presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Portalegre agradeceu o apoio das autarquias e o empenho dos bombeiros voluntários que têm garantido a subsistência de corporações por todo o país. O Comandante Luís Belo Costa, da Autoridade Nacional de Proteção Civil, corroborou as declarações de Francisco Louro, acrescentando que é necessário apostar na prevenção como forma de minimizar o número de intervenções.

O Comandante Territorial da GNR de Portalegre, Francisco Caldeira, revelou que em 2011 aumentaram os crimes contra o património, embora o distrito de Portalegre se mantenha como a região do país com os níveis de criminalidade mais baixos do país. O Comandante deu o exemplo das detenções por furto de cobre que em 2010 foram 3 mas no ano passado subiram para 24.

O Comandante Distrital de Portalegre da PSP, João Amado, certificou a preocupação do Comandante Francisco Caldeira, acrescentando que o agravamento dos problemas socias preocupa seriamente a PSP, que aposta num policiamento de proximidade e campanhas de sensibilização especialmente perante os públicos mais vulneráveis (crianças e idosos).

O Tenente Coronel da Guarda Civil da Zona da Extremadura espanhola, José Martinez Rangel, sublinhou a importância da colaboração transfronteiriça dizendo que as duas polícias (norte alentejana e extremadurenha) lidam com situações muito semelhantes, até porque o próprio território é idêntico.

Para terminar o debate, o Diretor Distrital da Segurança Social de Portalegre, João Carlos Laranjo, defendeu a importância de uma maior interligação entre as entidades presentes, nomeadamente a nível da disponibilização de informação entre si – só assim é possível rentabilizar recursos e potenciar o apoio prestado aos cidadãos.

Os debates da Plataforma Alto Alentejo XXI são organizados pela parceria Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo e Instituto Politécnico de Portalegre.

O próximo debate da Plataforma realiza-se em Elvas, no dia 22 de março, e está subordinado ao tema Educação, Formação e Qualificação. O segundo debate da Plataforma Alto Alentejo XXI tratou os temas da Saúde, Apoio Social, Segurança e Proteção Civil, no dia 23 de fevereiro, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Portalegre.

O Presidente do Instituto Politécnico de Portalegre, Joaquim Mourato, e o Presidente da CIMAA, Armando Varela, abriram o debate que contou com a presença de diversos especialistas nas áreas em discussão.

O primeiro tema a ser tratado foi a Saúde com o enfermeiro Supervisor da ULSNA/EPE, Sérgio Carvalho, a considerar que o número de enfermeiros destacados para os cuidados de saúde primários é insuficiente perante as reais necessidades dos utentes.

O Presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo, José Robalo, declarou que os cuidados hospitalares são muito dispendiosos, pelo que se deve reforçar os cuidados primários. No entanto, no distrito de Portalegre existem 2500 pessoas sem médico de família, o que é agravado pela dificuldade do distrito em captar médicos. O Presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo defendeu que recorrer a médicos estrangeiros é apenas uma solução temporária, devendo os esforços ser concentrados em "aliciar médicos em formação para vir para Portalegre".

A mesma opinião foi manifestada pelo Presidente do Conselho Distrital da Ordem dos Médicos, Jaime Azedo, acrescentando que a desatualização das listas de utentes faz com que cada médico tenha um grande número de doentes fictícios: inscritos em mais do que um centro de saúde, falecidos ou que já não habitam a região.

O transporte de doentes foi um tema bastante discutido, uma vez que as federações de bombeiros deparam-se com grandes dificuldades desde que o governo alterou as regras para esse mesmo transporte, como explicou Francisco Louro, Presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Portalegre. O Presidente garantiu que a Federação está empenhada em encontrar soluções para a falta de verbas, reduzindo nas despesas, cobrando por serviços extra e poupando na aquisição de bens e serviços através de concursos a nível distrital. O Presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Portalegre agradeceu o apoio das autarquias e o empenho dos bombeiros voluntários que têm garantido a subsistência de corporações por todo o país. O Comandante Luís Belo Costa, da Autoridade Nacional de Proteção Civil, corroborou as declarações de Francisco Louro, acrescentando que é necessário apostar na prevenção como forma de minimizar o número de intervenções.

O Comandante Territorial da GNR de Portalegre, Francisco Caldeira, revelou que em 2011 aumentaram os crimes contra o património, embora o distrito de Portalegre se mantenha como a região do país com os níveis de criminalidade mais baixos do país. O Comandante deu o exemplo das detenções por furto de cobre que em 2010 foram 3 mas no ano passado subiram para 24.

O Comandante Distrital de Portalegre da PSP, João Amado, certificou a preocupação do Comandante Francisco Caldeira, acrescentando que o agravamento dos problemas socias preocupa seriamente a PSP, que aposta num policiamento de proximidade e campanhas de sensibilização especialmente perante os públicos mais vulneráveis (crianças e idosos).

O Tenente Coronel da Guarda Civil da Zona da Extremadura espanhola, José Martinez Rangel, sublinhou a importância da colaboração transfronteiriça dizendo que as duas polícias (norte alentejana e extremadurenha) lidam com situações muito semelhantes, até porque o próprio território é idêntico.

Para terminar o debate, o Diretor Distrital da Segurança Social de Portalegre, João Carlos Laranjo, defendeu a importância de uma maior interligação entre as entidades presentes, nomeadamente a nível da disponibilização de informação entre si – só assim é possível rentabilizar recursos e potenciar o apoio prestado aos cidadãos.

Os debates da Plataforma Alto Alentejo XXI são organizados pela parceria Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo e Instituto Politécnico de Portalegre.

O próximo debate da Plataforma realiza-se em Elvas, no dia 22 de março, e está subordinado ao tema Educação, Formação e Qualificação.

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